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Segundo a Farmacopeia Brasileira IV, a água para injetáveis deve ser destilada ou purificada por osmose reversa e isenta de pirogênio.
Todos os equipamentos de purificação da água devem ser monitorados quanto à carga microbiana e ao teor de sólidos totais.
A água de origem deve ser potável, tratada por desmineralização e posteriormente purificada.
A água bacteriostática para injetáveis é um tipo de água estéril que pode ser usada várias vezes, ou seja, pode ser fracionada como se fosse um veículo estoque.
A água para injetáveis não é necessariamente estéril, portanto os produtos manipulados com ela não necessitam passar por esterilização final.