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No que se refere ao vácuo clínico, o sistema central deve ser operado por, no mínimo, duas bombas, com capacidades equivalentes. Cada bomba deve ter capacidade de 100% do consumo máximo provável, com possibilidade de funcionar alternadamente ou em paralelo em caso de emergência. É correto afirmar, em relação ao sistema de vácuo clínico, que:
deve ser previsto um sistema de alarme de emergência por sinal luminoso e sonoro, alertando a queda do sistema de vácuo, abaixo de 60 kPa.
deve ser instalado um filtro bacteriológico para desinfecção do ar liberado para o ar atmosférico, exceto nos casos de sistemas de vácuo providos de outros sistemas de desinfecção do gás aspirado na rede e a ser exaurido.
a utilização do “sistema Venturi” para geração de vácuo é permitida sem restrições.
a descarga da central de vácuo pode ser dirigida para o exterior do prédio, com o terminal voltado para cima, devidamente telado, preferivelmente acima do telhado da central de vácuo e das construções vizinhas.
a descarga da central de vácuo deve estar localizada a uma distância mínima de 3,0m de qualquer porta, janela, entrada de ar ou abertura do edifício.