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A mais importante técnica de coloração em citopatologia foi introduzida por George Papanicolaou, sendo atualmente utilizada em esfregaços esfoliativos ginecológicos e não ginecológicos, assim como em amostras obtidas por punção aspirativa por agulha fina fixadas em álcool. Essa técnica tem como características auxiliar na avaliação da diferenciação celular, permitir a visualização de detalhes nucleares e demonstrar a presença de ceratina intracitoplasmática. No que se refere às etapas dessa técnica de coloração, assinale a alternativa INCORRETA:
A coloração nuclear é dada pela imersão em solução de hematoxilina de Harris.
Após a coloração nuclear, o esfregaço é lavado em água destilada, 5 mergulhos, seguido de imersão em solução aquosa a 0,25% de ácido clorídrico para diferenciação.
A coloração citoplasmática por Orange G (OG) precede a coloração citoplasmática por Eosina Azure (EA).
A desidratação dos esfregaços em concentrações crescentes de álcool representa a etapa inicial da técnica.
A correta leitura dos esfregaços inclui núcleo corado em azul escuro, citoplasma em verde azulado e ceratina em laranja.