

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Barcelos (2004), define Musicoterapia como sendo a utilização da música e/ou seus elementos integrantes, como objeto intermediário de uma relação que permite o desenvolvimento de processo terapêutico, mobilizando reações biopsicossociais no indivíduo com propósito de minimizar seus problemas específicos e facilitar sua integração/reintegração no ambiente social normal. Sobre a utilização da música em musicoterapia, assinale a alternativa que contenha apenas a afirmação CORRETA.
Na atualidade, devido a recentes pesquisas, é desaconselhável o uso de música eletrônica nas sessões de musicoterapia, por causar estados alterados de consciência e induzir a epilepsia.
A estética tem valor primário nas intervenções, levando em consideração o tonalismo, assim como modulações e dinâmicas.
A música erudita deve ser priorizada nas intervenções, por ser mais elaborada e propiciar a neuroplasticidade de forma mais rápida.
O repertório musical e os sons que serão emitidos nas sessões devem considerar a ontogênese do indivíduo, assim como a sua cultura.
O enquadre terapêutico é estabelecido pelo paciente na fase inicial e conclusivo, sendo o musicoterapeuta passivo nessa relação.