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Em um bairro do município do Rio de Janeiro, marcado por vulnerabilidades sociais e histórico de conflitos entre moradores e agentes do Estado, a Guarda Municipal foi acionada após recorrentes reclamações de moradores sobre desentendimentos em uma praça pública. Ao chegar ao local, os guardas identificaram que o problema era recorrente e estava relacionado à falta de iluminação, ausência de atividades comunitárias e uso do espaço por grupos em conflito.
Em reunião posterior do Conselho Municipal de Segurança, parte dos participantes defendeu operações recorrentes de abordagem e dispersão de pessoas na praça. Outra parte propôs ações de prevenção, como: melhoria da iluminação pública, oferta de atividades culturais e presença cotidiana dos guardas em diálogo com moradores e lideranças locais.
Considerando os paradigmas da segurança pública, assinale a opção que melhor representa a abordagem adequada ao caso.
Priorizar operações de repressão contínua, com dispersão diária de frequentadores da praça, reforçando a presença armada para restabelecer a ordem.
Realizar blitz e patrulhamento ostensivo isolado, sem diálogo com moradores, pois a prevenção comunitária compromete a autoridade policial.
Solicitar intervenção exclusiva da Polícia Militar, pois a Guarda Municipal não pode atuar em atividades de prevenção ou mediação de conflitos.
Adotar uma abordagem comunitária, com presença cotidiana dos guardas na praça, mediação de conflitos, fortalecimento de vínculos e participação de moradores na construção de soluções.
Implementar policiamento orientado à tolerância zero, aplicando sanções imediatas e padronizadas, independentemente das circunstâncias sociais ou comunitárias envolvidas.