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Durante uma atividade de extensão, um docente do curso técnico em Proteção e Defesa Civil realiza uma oficina em uma comunidade localizada em área suscetível a inundações e movimentos de massa. Na atividade, os moradores relatam que:
• Nunca elaboraram um plano de autoproteção;
• Não sabem identificar rotas seguras de saída;
• Possuem idosos e crianças na residência;
• Não têm definição de ponto de encontro em caso de evacuação.
O docente, alinhado às diretrizes de ERRD e à construção de uma cultura de prevenção, propõe a elaboração do Plano de Autoproteção Familiar. Considerando esse contexto, assinale a alternativa que apresenta a orientação técnica mais adequada para a definição de uma rota de fuga segura.
A definição das rotas deve ser realizada exclusivamente pelo Poder Público, evitando interferência dos moradores para garantir uniformidade com o Plano de Contingência municipal.
Os moradores devem mapear suas residências e entorno, identificar saídas seguras, reconhecer áreas de risco, estabelecer ponto de encontro familiar e definir contatos externos, considerando as necessidades específicas dos membros da família.
A rota de fuga deve priorizar o uso de veículos particulares para retirada de bens materiais, independentemente das condições do desastre.
A elaboração do plano deve focar apenas nos adultos aptos, sendo o atendimento a crianças, idosos e pessoas com deficiência responsabilidade exclusiva das equipes de resposta.
Em situações de inundação, a orientação preventiva consiste em manter a residência aberta e energizada para reduzir impactos estruturais.