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Quais os processos necessários para a confecção de um bloco de amostra biológica embebida em parafina?
Desidratação, clarificação e impregnação.
Desidratação, clarificação e parafinização.
Clarificação, fixação e parafinização.
Clarificação, impregnação e fixação.
Fixação, desidratação e impregnação
No processo de impregnação e inclusão, há necessidade de:
aquecer a parafina a 50°C, para endurecimento.
esfriar a parafina, para garantir a qualidade do bloco.
hidratar a amostra biológica com álcool a 70%.
congelar as amostras, para impregnação com parafina.
clivar as amostras biológicas.
Acerca dos processos de desinfecção e esterilização, assinale a alternativa correta.
A desinfecção promove a morte de grande porcentagem dos microrganismos existentes em uma superfície, através do aumento da temperatura.
O uso de hipoclorito a 3% favorece uma regeneração dos microrganismos existentes em objetos e superfícies laboratoriais.
A esterilização é um procedimento que favorece a higienização de superfícies nas quais é realizada a manipulação de amostras biológicas.
A assepsia assegura a limpeza de superfícies contaminadas, com a utilização de álcool a 70%.
A flambagem é utilizada como uma garantia de assepsia de superfícies.
A vidraria é um componente essencial para o desenvolvimento das técnicas histológicas, e por isso deve estar muito bem limpa. Uma solução especial para limpeza de itens da vidraria como as lâminas e as lamínulas é a solução:
sulfocrômica.
metacromática.
asséptica.
tônica.
abrasiva.
O tecido ósseo só pode ser cortado ao micrótomo após um tratamento com:
vários tipos de álcoois.
entelan.
alguns ácidos.
hematoxilina férrica.
eosina descalcificante.
O tecido nervoso é formado por células que são melhor evidenciadas pela técnica de:
impregnação argêntica.
boa fixação.
clarificação reversa.
coloração de miofibrilas.
eletrólise.
As lâminas com os cortes de tecido incluídos em parafina, após secarem, podem ser coradas. No início deste processo a parafina deve ser removida, pois a maioria dos corantes são soluções aquosas, portanto, não são missíveis com a parafina. A substância utilizada para remoção da parafina é o:
álcool etílico.
álcool metílico.
aldeído acético.
metanol.
xilol.
A fucsina-resorcina de Weigert aplica-se para:
coloração de lipídeos.
coloração de membranas celulares.
coloração de fibras elásticas.
coloração da substância amorfa dos tecidos.
impregnação de astrócitos.
Existem quatro tipos básicos de tecido no nosso organismo. Um deles é o tecido epitelial que serve primariamente para:
movimentar nosso corpo.
estabelecer uma comunicação através de sinais elétricos entre as diversas partes do corpo.
revestir superfícies do nosso corpo.
defender nosso corpo, produzindo anticorpos.
dar sustentação mecânica ao nosso corpo.
O tecido cartilaginoso é uma variedade de tecido conjuntivo:
cuja matriz extracelular é rígida pela presença de cristais de hidroxiapatita.
cuja matriz extracelular apresenta certa rigidez devido à presença de glicoproteínas especializadas.
importante para defesa no nosso organismo.
que interfere na comunicação entre os diversos sistemas corporais.
amorfa.
A sequência correta de eventos que precedem a microtomia são:
a fixação, a clarificação, a condensação e a inclusão.
a condensação, a clarificação, a fixação e a inclusão.
a fixação, a clarificação, a desidratação e a coloração.
a fixação, a desidratação, a diafanização e a inclusão.
a fixação, a diafanização, a clarificação e a inclusão.
Uma boa solução de aldeído fórmico tamponada deve levar, além do formol e da água destilada:
tampão acético solúvel.
fosfato de sódio monobásico e fosfato de sódio dibásico anidro.
bicarbonato de sódio e magnésio sulfúrico.
magnésio e cálcio.
ferro e manganês.
Determinadas estruturas tissulares são evidenciadas com técnicas de coloração específicas. Uma técnica que pode ser utilizada para evidenciar as membranas basais é a de:
Mollary.
hematoxilia-eosina.
cromo férrico.
PAS-hematoxilina.
Cajal.
A mistura fixadora de Zenker forma precipitados nos tecidos que devem ser removidos pelo processo de “dezenkerização”. As soluções usadas para isto são as de:
aldeído propiônico e butírico.
ácido acético e sulfúrico
carmim e orceína.
álcool e ácido.
lugol e tiossulfato de sódio.
Algumas colorações podem ser utilizadas para evidenciar certas características de determinado tecido. Uma das colorações indicadas para evidenciar as fibras colágenas do tecido conjuntivo é o(a):
hematoxilina-eosina.
fucsina-resorcina de Weigert.
método de Golgi.
métdo de Lorch.
tricrômico de Mallory.
As miofibrilas são um componente abundante nas células do tecido:
nervoso.
muscular.
hemopoiético.
epitelial.
conjuntivo.
A coloração hematoxilina-eosina é a mais antiga coloração combinada e a mais difundida em laboratórios de histotécnica. A hematoxilina por si só não age como corante, mas sim o seu produto de oxidação, a hemateína. No preparo da hematoxilina de Harris, a substância que é utilizada para oxidar a hematoxilina é o:
óxido férrico.
óxido vermelho de mercúrio.
óxido zinco.
ácido acético.
ácido nítrico.
Alguns tecidos têm uma consistência pétrea e por isso, para que eles possam ser processados adequadamente, devem passar por um(a):
impregnação.
emblocamento.
clarificação.
descalcificação.
fixação.
A vidraria utilizada num laboratório de histologia é muito diversa, e cada elemento é importante num determinado estágio do processamento do tecido. A fase de coloração, onde se coram várias lâminas ao mesmo tempo, é realizada em:
placas de Petri.
tubos de Borrel.
cubas com ranhuras.
balão de Erlenmeyer
copo Becker.
Os microscópios são essenciais em laboratórios de histologia, pois neles estão presentes importantes elementos ópticos como:
a objetiva, a ocular e o condensador.
o micrométrico e o macrométrico.
a platina e o condensador.
a objetiva e o Chariot.
o revólver, as objetivas e a coluna.