Pela análise do processo das conferências Habitat I (1976)
e Habitat II (1996), verifica-se que as cidades, especialmente
as megacidades, são vistas como uma desgraça a ser evitada
a qualquer preço e que todas as políticas ali recomendadas
buscam fixar a população no campo para evitar o êxodo rural
e, por conseguinte, o inchaço das cidades.