

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
O sistema de sinalização clássico controla os trens no espaço entre sinais, enquanto o sistema de telemática CBTC reportase aos maquinistas por um controle sem fios, a partir da central de controle operacional.
O Centro de Controle Operacional (CCO) tradicional tem–se mostrado caro em ferrovias que possuem centenas de quilômetros de via permanente, mas onde o tráfego é rarefeito.
Os sistemas modernos de telemática ainda não são capazes de indicar ao maquinista quando uma parte do comboio se desprende da composição em curso, de forma que não asseguram a integridade dos trens.
Devido à falta de investimento na malha ferroviária nacional, na década anterior à privatização do setor, a maioria das linhas ficou em precário estado de conservação e, conseqüentemente, acarretou redução da velocidade de operação e aumento do número de acidentes.
Nas estações de triagem, os vagões de vários trens que chegam são descarregados e a carga, destinada a outros modais.
Os trens de carga devem ser formados de modo que os vagões de mesmo destino se achem reunidos em grupos e que esses grupos se sucedam ao longo da composição, a partir da locomotiva, na ordem direta aos destinos imediatos.
A densidade ferroviária é medida dividindo-se quilômetro de ferrovia por quilômetro quadrado de território.
De acordo com a legislação em vigor, os contratos de concessão devem estabelecer exclusividade aos concessionários na exploração de serviços de transporte de carga no domínio de suas malhas.
Os clientes da EFVM podem acompanhar toda a operação de transporte das suas cargas. Esse acompanhamento é feito diretamente de seus computadores, que podem ser interligados à ferrovia por meio de sistema de informações a cliente, via Internet.
O modelo brasileiro de desestatização contém vários mecanismos que obrigam a concessionária a ampliar sua malha viária.
Os conflitos de interesse entre concessionários nas operações de compartilhamento de malhas devem ser resolvidos com a intervenção do poder regulatório, via Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT).