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Quatro fatores devem ser observados para estimar a vida útil de um ativo, são eles: desgaste físico, pelo uso ou não; geração de benefícios futuros; limites legais e contratuais sobre o uso ou a exploração do ativo; e obsolescência tecnológica. Sobre Depreciação é correto afirmar que
o método da soma dos dígitos resulta em uma taxa decrescente durante a vida útil. Esse é o método mais adequado para itens como, por exemplo, veículos, que costumam ter uma depreciação maior nos primeiros anos de uso.
a depreciação do ativo termina ao final da sua vida útil ou quando ele é baixado, ou seja, quando é desincorporado do patrimônio público. Ressalte-se que a depreciação cessa quando o ativo se torna ocioso ou deixa de ser utilizado.
ao final da vida útil, o valor contábil do ativo será sempre igual a zero.
terrenos e edifícios são ativos separáveis, mas são contabilizados em conjunto quando estes são adquiridos em conjunto. Os terrenos têm vida útil ilimitada e por este motivo não são depreciados. Já os edifícios têm vida útil limitada e consequentemente são ativos depreciáveis.
o método das cotas constantes resulta em uma taxa baseada no uso ou produção esperados. Nesse método a vida útil do bem é determinada pela capacidade de produção.