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O custo de reposição como base de mensuração contábil de...

Tabela 3A10-I

contas a receberem curto prazo

R$

devolução de compras

1.500

despesas de depreciação

1.730

receitas financeiras

2.700

seguros sobre compras

3.200

frete sobre compras

12.400

devolução de vendas

14.000

despesas com energia elétrica

14.700

despesas com salários e ordenados

19.870

seguros antecipados

20.000

capital a integralizar

21.000

salários a pagar

24.000

despesas administrativas

25.000

tributos a recolher

27.800

despesas gerais

31.000

estoque de mercadorias em 31/12/2018

32.000

prejuízos acumulados

35.700

receita antecipada

38.200

tributos a recuperar

40.000

estoque de mercadorias em 1.º/1/2018

40.000

despesas financeiras

44.300

reserva de capital

49.000

depreciação acumulada

79.500

encargos a recolher

115.000

contas a receber em curto prazo

145.000

impostos sobre vendas

187.200

títulos a receber em longo prazo

200.500

disponível

250.000

compras de mercadorias em 2018

320.000

máquinas e equipamentos

325.000

capital social

399.000

móveis e utensílios

450.000

receita bruta de vendas

780.000

financiamentos a pagar em longo prazo

786.700

A tabela anterior contém informações sobre as demonstrações contábeis de uma empresa comercial, referentes ao ano de 2018.

O custo de reposição como base de mensuração contábil de ativos no contexto do setor público


A

consiste em um valor de saída.


B

representa o custo mais econômico exigido para a entidade substituir o potencial de serviços de um ativo na data do relatório contábil.


C

é considerado uma base de mensuração não específica para a entidade que faz uso desse critério de avaliação.


D

fornece informação acerca do montante que seria recebido com a venda do ativo avaliado.


E

deve contemplar o custo que poderia ser incorrido caso surgisse a necessidade urgente de reposição do ativo avaliado em decorrência de um evento imprevisível.