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Uma entidade do setor público adquiriu um equipamento para exames clínicos por R$ 700.000,00, o qual tem vida útil econômica definida para cinco anos e valor residual previsto de R$ R$ 200.000,00. A previsão do valor residual foi realizada com bastante segurança, pois a entidade já tem longa experiência com o uso desse tipo de equipamento, tanto que é possível prever que no primeiro ano será possível realizar (produzir) 200 mil exames. Para o segundo ano este valor cairá em 10%, no terceiro cairá em 20% em relação à previsão para o primeiro ano, e assim por diante, sendo que no último ano de vida útil o número de exames será de 120 mil. De acordo com as normas brasileiras de contabilidade aplicadas ao setor público, a entidade pode empregar diferentes métodos de depreciação, desde que compatíveis com a vida útil econômica do ativo e aplicados uniformemente.
Qual das alternativas apresenta uma conclusão CORRETA em relação ao valor da depreciação anual do equipamento?
No último ano de vida útil, o valor da depreciação será menor se for empregado o método das somas dos dígitos e maior se for empregado o método das unidades produzidas.
O valor da depreciação para o primeiro ano será mais elevado se for empregado o método das somas dos dígitos e menor se for usado o método das quotas constantes.
A depreciação para o terceiro ano apresenta exatamente o mesmo valor quando calculada pelo método das quotas constantes e pelo método unidades produzidas.
Ao final do terceiro ano, a depreciação acumulada será de mais de 80% pelo método das somas dos dígitos e de mais de 60% pelo método das unidades produzidas.