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Podemos considerar que o endividamento realizado como complemento dos capitais próprios para ampliação do negócio, modernização de parque fabril, capacitação de pessoas etc. são endividamentos sadios, já que os resultados gerados tendem a suprir os compromissos assumidos. Por outro lado, existe o endividamento realizado para se pagar outras dívidas, que não são considerados endividamentos sadios, já que os custos destas operações são altos e as empresas tendem a entrar em um círculo vicioso, caso venha se perdurar por muito tempo esta situação. De modo geral, os indicadores de endividamento nos trazem a quantidade da dívida (nível do endividamento), ou seja, a incidência de capital de terceiros, qualidade da dívida e a estrutura de capital. Sobre o tema, informe a alternativa correta.
A Imobilização do Patrimônio Líquido - IPL demonstra sozinha, o nível de dependência da empresa.
A Imobilização de Recursos a Longo Prazo – IRLP traz o quanto que a empresa aplicou no imobilizado em relação ao exigível a longo prazo e patrimônio líquido, e se refere também à estrutura do capital da empresa.
A Composição do Endividamento se demonstra com a utilização da seguinte fórmula: CE = Passivo Circulante + Exigíveis a Longo Prazo/ Passivo Circulante + Exigíveis a Longo Prazo + Patrimônio Líquido.
O índice de Participação de Capitais de Terceiros se demonstra com a utilização da seguinte fórmula: PCT = Passivo Circulante / Passivo Circulante + Exigíveis a Longo Prazo.
O índice de Imobilização de Recursos a Longo Prazo – IRPL se demonstra com a utilização da seguinte fórmula: IRLP = Imobilizado / Patrimônio Líquido.


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