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Os instrumentos gerenciais de controle patrimoniais proporcionam informações fundamentais para a tomada de decisões do administrador público. Contudo, a falta de informação contábil sobre depreciação na atual administração pública pode restringir o potencial de decisão das entidades. A análise da depreciação é valiosa tanto para os gestores de patrimônio quanto para a alta administração, desempenhando um papel fundamental na maximização da eficiência e eficácia das decisões organizacionais. Nesse sentido, um ativo imobilizado que sofre manutenções frequentes teve sua vida útil revisada, havendo, consequentemente, alteração no padrão esperado do método de depreciação, o que fez com que o gestor público se deparasse com duas situações: (1) o método linear apresenta o padrão esperado de consumo dos benefícios econômicos futuros do ativo; (2) o método dos saldos decrescentes apresenta um valor menor de depreciação e mais vantajoso em termos monetários do que o método linear.
Considerando-se as informações apresentadas, o administrador público deve
considerar a alteração na vida útil como mudança de política contábil para a entidade.
cessar a depreciação do ativo, pois a diferença de valores entre os métodos exige nova revisão.
cessar a depreciação do ativo, pois a manutenção afasta a necessidade de depreciá-lo.
utilizar o método linear de depreciação, pois apresenta o padrão esperado de consumo dos benefícios econômicos futuros do ativo.
utilizar o método dos saldos decrescentes, dada a abordagem do resultado mais vantajoso.