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O controle interno administrativo desempenha um papel crucial na garantia da eficiência e da integridade das operações no setor público. A estruturação desses mecanismos deve observar princípios doutrinários consolidados que diferenciam a supervisão finalística da autotutela operacional. Diante da necessidade de consolidação de uma governança corporativa pública robusta, assinale a alternativa correta.
O princípio da segregação de funções determina que as atividades de autorização, execução e contabilização de atos administrativos fiquem concentradas em uma única chefia militar ou civil de livre nomeação, de modo a otimizar o tempo de resposta e mitigar os riscos de fraudes externas.
O objetivo primordial do controle interno nas organizações contemporâneas restringe-se à detecção a posteriori de desvios orçamentários e à punição de agentes públicos faltosos, prescindindo de atuação preventiva no mapeamento de riscos e no aperfeiçoamento dos fluxos processuais.
O estabelecimento de rotinas de controle interno deve priorizar exclusivamente a aderência formal aos ritos burocráticos tradicionais, sendo vedada a mensuração de indicadores de desempenho ou de custo-benefício, sob pena de usurpação das competências do controle externo do Tribunal de Contas.
O princípio da aderência a diretrizes e a metas preconiza que o sistema de controle interno deve monitorar continuamente se as ações executadas guardam estrita consonância com os planos estratégicos validados, contribuindo para que os objetivos institucionais possam ser alcançados com eficácia e segurança jurídica.