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A polícia moderna de hoje não está tão longe assim de seus antepassados colonialistas. ...

A polícia moderna de hoje não está tão longe assim de seus antepassados colonialistas. Ela também impõe um sistema de leis projetado para reproduzir e manter a desigualdade econômica, geralmente desenhado a partir de contornos racializados.


(VITALE, Alex S. Fim do Policiamento. São Paulo: Autonomia Literária, 2021, p. 98)


Considerando o trecho acima e o ideário da criminologia crítica, é possível dizer que as forças policiais no Brasil


A

surgem de forma concomitante ao início da colonização e a militarização atinge toda a sua estrutura.


B

não sofreram reformas ao longo da história, sendo devido melhor treinamento para que se sensibilizem os policiais em uma atuação sem seletividade racial.


C

possuem um papel estrutural na manutenção do modo de produção vigente e sua reforma com medidas tecnocráticas não altera sua estrutura racista.


D

possuem como papel central a guerra às drogas desde seu surgimento no período colonial até os dias atuais, de modo que o combate a seu papel racista exige uma revisão da política de drogas.


E

são condizentes com os ditames da política criminal atuarial ao longo da história, o que se acentua no Brasil moderno.