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Um Agente de Trânsito era notoriamente conhecido por utilizar o veículo de trabalho, que é patrimônio do Município, para ir até locais com cachoeiras durante o fim de semana, levando sua família e amigos. Após reiteradas denúncias, que gerou um processo administrativo, verificou-se que o Agente de Trânsito realizou o ato de improbidade administrativa de usar, em proveito próprio, bens, rendas, verbas ou valores integrantes do acervo patrimonial do Município. Considerando a letra da Lei Federal nº 8.429/1992 (Lei de Improbidade Administrativa), o ato acima descrito é um dos atos de improbidade que:
Importa enriquecimento ilícito.
Causa prejuízo ao erário.
É oriundo de aplicação indevida de benefício financeiro ou tributário.
Atenta contra os princípios da administração pública.