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Fulano e Cicrana, servidores públicos, respondem a dois processos administrativos disciplinares distintos. Acusados pelos mesmos fatos na justiça criminal, ele foi condenado definitivamente a cumprir pena privativa da liberdade de cinco anos, enquanto pende a decisão em âmbito administrativo. Ela foi absolvida pela justiça, cuja decisão transitada em julgado reconheceu estar provado que ela não concorreu para a infração penal. No entanto, ela já havia sido demitida do cargo no processo administrativo.
Nessa situação hipotética, no tocante aos referidos processos administrativos, é correto afirmar que Fulano
perderá o cargo público, independentemente da decisão do seu processo administrativo, enquanto Cicrana deverá ter sua demissão anulada em decorrência da sua absolvição pela justiça criminal.
somente perderá o seu cargo se for condenado no âmbito administrativo, sendo que a decisão da justiça criminal em face de Cicrana não terá repercussão na decisão do seu processo administrativo.
perderá o cargo se a decisão no processo criminal incluiu expressamente essa condenação como pena acessória na sentença, enquanto a demissão de Cicrana deverá ser mantida, em razão da independência de instâncias.
deverá aguardar a decisão do processo administrativo sobre eventual perda do cargo, que não sofrerá reflexo da decisão judicial em virtude da independência de instâncias, e Cicrana poderá retornar ao seu cargo se a decisão judicial assim determinou.
eventual perda do cargo de Fulano dependerá da decisão no âmbito administrativo, enquanto Cicrana deverá ter sua demissão anulada em decorrência da sua absolvição pela justiça criminal.