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Em um município brasileiro, um alto funcionário público foi...

Em um município brasileiro, um alto funcionário público foi acusado de utilizar recursos da prefeitura para financiar obras em uma propriedade particular, alegando que a ação beneficiaria indiretamente a comunidade ao redor por meio do aumento do valor imobiliário da região. Considerando a Lei de Improbidade Administrativa (Lei n.º 8.429/1992) e os princípios constitucionais do direito administrativo, a conduta do funcionário


A

é considerada lícita, desde que a propriedade particular seja posteriormente doada ao município.


B

configura ato de improbidade administrativa por violação direta ao princípio da moralidade, independentemente do alegado benefício indireto à comunidade.


C

não constitui ato de improbidade administrativa, desde que o aumento do valor imobiliário da região possa ser comprovadamente atribuído à obra.


D

depende exclusivamente da avaliação do Tribunal de Contas, que determinará se houve ou não violação ao princípio da moralidade.


E

só pode ser julgada após consulta popular que avalie o benefício indireto alegado pelo funcionário.