Clodoaldo, servidor público e chefe de determinada repartição
pública, decidiu anular ato administrativo, pois detectou
vício em um de seus requisitos. Esmeralda, atingida
pela anulação do ato, questionou o ocorrido, alegando ser
hipótese de convalidação e não de anulação do ato administrativo.
Posteriormente, constatou-se que Esmeralda
tinha razão. No caso narrado, o ato administrativo em
questão continha vício de
A
objeto, por ser diverso do previsto na lei para o caso.
B
motivo, haja vista conter situação fática que não
ocorreu.
C
finalidade, pois desviou-se da finalidade pública.
D
competência, pois não se tratava de competência
outorgada com exclusividade.
E
forma, por ser indispensável à existência do aludido
ato.