Júlia e Leandro casaram-se no regime obrigatório de
separação de bens. Enquanto estavam casados, Leandro recebeu um
terreno a título de doação, e, alguns meses depois, ele faleceu.
Considerando-se essa situação hipotética, é correto afirmar que, à
luz do entendimento jurisprudencial, para fins de partilha, os bens
adquiridos na constância do casamento
A
não se comunicam entre Júlia e Leandro, exceto o terreno
doado.
B
não se comunicam entre Júlia e Leandro, ainda que seja
comprovado o esforço comum para sua aquisição.
C
comunicam-se entre Júlia e Leandro, inclusive o terreno doado.
D
comunicam-se entre Júlia e Leandro, desde que comprovado o
esforço comum para sua aquisição.