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O Jornal ZY divulgou em sua página da internet a notícia de que Erínia, por vingança, havia matado sua enteada de três anos. Entretanto, a foto divulgada, por erro da edição do jornal, não era da criminosa, mas de Angélica, professora do ensino infantil. No plano Civil, o caso narrado revela a ocorrência de:
erro escusável quanto à identidade de Angélica, que não foi percebido pela edição do jornal;
ato ilícito, que causou danos a Angélica em razão da conduta culposa dos editores do jornal;
ato abusivo, pois diante do equívoco cometido, a conduta desviou-se do seu propósito informativo;
ato abusivo, pois sem a autorização de Erínia a edição não tinha poderes para veicular a notícia;
ato ilícito, embora não haja causação de danos a Angélica, pois a notícia referia-se a Erínia.