Imagem de fundo

Augusto trafegava com seu automóvel em baixa velocidade por sua vizinhança quando foi s...

Compartilhar

Augusto trafegava com seu automóvel em baixa velocidade por sua vizinhança quando foi surpreendido por Lúcia, que atravessava a rua naquele momento. Não conseguindo frear a tempo, Augusto atingiu Lúcia com o veículo, causando lesões em seu corpo e o perecimento de seu aparelho de telefonia celular.


Após muitos meses em recuperação, Lúcia, que não permaneceu com nenhuma sequela física, ingressou com ação indenizatória por danos materiais (perda do celular) e morais em face de Augusto. Este, porém, pretende alegar, em sua defesa, que Lúcia atravessou a via pública falando distraidamente ao celular e desrespeitando uma placa que expressamente proibia a travessia de pedestres no local.


À luz do caso narrado, é correto afirmar que as alegações deduzidas por Augusto em defesa, se comprovadas,


A

evidenciariam a responsabilidade integral por parte de Augusto, ante a sua condição motorista.


B

demonstrariam que Augusto agiu no exercício regular de seu direito.


C

afetariam a análise do nexo causal, levando ao afastamento do dever de indenizar ou à redução da indenização.


D

permitiriam concluir que Lúcia não sofreu dano moral.


E

afastaria o dever de indenizar o aparelho de telefonia celular.