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Quem pratica o fato para salvar de perigo atual, que não provocou por sua vontade, nem ...

Quem pratica o fato para salvar de perigo atual, que não provocou por sua vontade, nem podia de outro modo evitar, direito próprio ou alheio, cujo sacrifício, nas circunstâncias, não era razoável exigir-se, considera-se em


A

legítima defesa.


B

estado de necessidade.


C

exercício regular de um direito.


D

estrito cumprimento de um dever legal.


E

discriminante putativa.