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O juiz determinou ao autor que retificasse uma nulidade...

O juiz determinou ao autor que retificasse uma nulidade existente no feito. Não sendo sanado o vício, e verificando que a decretação dessa nulidade aproveitaria ao réu, o juiz não a pronunciou nem mandou o autor suprir-lhe a falta, julgando desde logo improcedente o pedido, por verificar que o direito alegado não assistia ao demandante.

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Nesse cenário, é possível afirmar que o juiz agiu:


A

de forma incorreta, vez que deveria extinguir o feito sem resolução do mérito;


B

corretamente, por força dos princípios da boa-fé subjetiva e da cooperação;


C

corretamente, por força do princípio da primazia da resolução do mérito;


D

de forma incorreta, vez que deveria exigir do autor que repetisse o ato;


E

de forma incorreta, vez que deveria prosseguir com o processo e tratar o autor como revel.