João foi admitido nos quadros funcionais da empresa X Ltda. em 08.12.2017, para exercer a função de operador de
produção, tendo sua CTPS assinada no prazo previsto pela legislação trabalhista, além de a empresa ter obedecido
aos demais comandos legais para que João se tornasse beneficiário da Previdência Social. No dia 05.04.2019, João
sofreu acidente de trabalho ao operar uma máquina por ausência de manutenção por parte de sua empregadora.
João ficou com o seu braço direito sequelado. Imediatamente, ajuizou reclamação trabalhista junto a uma das varas
do trabalho do local da prestação de serviços, postulando indenização por danos morais em desfavor da empresa X
Ltda. Sobre esse caso, assinale a alternativa CORRETA.
A
A Justiça do Trabalho é incompetente para processar e julgar a demanda, pois a teor do § 3º c/c o inciso I do Art. 109 da
Constituição Federal, compete à Justiça Comum estadual apreciar e julgar as ações de natureza acidentária.
B
A Justiça do Trabalho é incompetente para processar e julgar a demanda, pois a teor do § 3º c/c o inciso I do Art. 109 da
Constituição Federal, compete à Justiça Comum Federal apreciar e julgar as ações de natureza acidentária.
C
A Justiça do Trabalho é incompetente para processar e julgar a demanda, pois a Súmula Vinculante 22, oriunda do Supremo
Tribunal Federal, confere competência à Justiça Comum Estadual para processar e julgar demandas dessa natureza.
D
A Justiça do Trabalho é competente para processar e julgar a demanda, ainda que houvesse pedido cumulado de danos
morais com o de benefício previdenciário, pois ambos eram decorrentes de relação jurídica de emprego.
E
A Justiça do Trabalho é competente para processar e julgar a demanda somente em relação ao pedido de danos morais, por
força do que dispõe a Súmula Vinculante 22, oriunda do Supremo Tribunal Federal.