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Dados do texto a seguir servirão de subsídio para responder às questões 41 e 42.
Fotos de corpos de macacos têm se espalhado pela internet desde o aumento, nos últimos meses, dos casos de febre amarela em regiões dos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal. E muitos desses animais não morreram por causa do vírus: foram executados com pedras, pauladas ou envenenamento. Além de cruel, a medida tem efeito contrário ao imaginado por muitas pessoas: prejudica o combate à doença. [...] Classificados por pesquisadores ouvidos pela BBC Brasil como "sentinelas" e "mártires", os macacos são o alvo preferido dos mosquitos silvestres que transmitem a febre amarela, que costumam voar na altura da copa das árvores. Mas o que os "caçadores" de macacos não sabem é que, ao contrário de evitar a propagação da febre amarela, matar os bichos expõe os seres humanos a riscos maiores de contrair esse mal grave, que pode matar. |
Disponível em: <https://www.terra.com.br/noticias/brasil/se-matarem-macacos-mosquitos-vao-atras-de-sangue-humano-como-massacre-de-primatas-e-tiro-no-pe-contra-febre-amarela,4922e636f3a0a98791c3 db1d20e1b159fsnoe3dg.html>. Acesso em: 13 mar. 2018.
De acordo com o Ministério da Saúde, o tipo de vigilância destacada no texto diz respeito à
vigilância de casos de febre amarela urbana.
vigilância de epizootias em PNH.
vigilância de endemia em animais silvestres.
vigilância de casos de febre amarela silvestre.