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O momento do nascimento determina questões sobre o processo...

O momento do nascimento determina questões sobre o processo do parto e via de parto, autonomia da gestante na escolha da via de parto e nas estratégias de saúde envolvidas para redução de morbimortalidade materna. A taxa de cesariana no Brasil situa-se ao redor de 56%, com ampla variação entre os serviços públicos e privados (40% nos serviços públicos e 85% nos serviços privados). Como as indicações de cesariana têm despertado divergência de opiniões no país, propõe-se essa diretriz para orientar profissionais de saúde e população em geral sobre as melhores práticas relacionadas ao tema baseado nas evidências científicas existentes. (CONITEC, 2015).

Disponível em: <http://conitec.gov.br/images/Consultas/Relatorios/2015/

Relatorio_PCDTCesariana_CP.pdf.>. Acesso em: 10 dez. 2018.


De acordo com as Diretrizes de Atenção à Gestante: a operação Cesariana, elaboradas pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS, quanto à recomendação do CONITEC com relação à recomendação da operação cesariana, é correto afirmar que


A

a cesariana não é recomendada para gestantes com fetos em apresentação pélvica, pois não reflete na redução de mortalidade perinatal e morbidade neonatal.


B

a cesariana é recomendada para prevenir transmissão vertical, em gestantes HIV positivas, independentemente da carga viral.


C

as mulheres com uma ou mais cesáreas anteriores devem ser esclarecidas de que há aumento do risco de ruptura uterina com o parto vaginal.


D

em gestação gemelar não complicada, cujo primeiro feto tenha apresentação cefálica, a cesariana não é recomendada de rotina.


E

a cesariana é recomendada para realização de laqueadura tubária.