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A Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT), foi instituída pela Portaria nº 2.836, de 1° de dezembro de 2011. Nessa direção, em 2015, o CFESS/CRESS promoveu o Seminário Nacional de Serviço Social Trans. Exercício profissional, orientação sexual e identidade de gênero em debate, objetivando contribuir para esta normatização do processo transexualizador, como resposta a crescente necessidade vinda do cotidiano profissional da categoria e no atendimento direto a essa população. Com relação às questões trans, recomendações foram propostas para os assistentes sociais no cotidiano do exercício profissional. São elas:
I. Refutarem as concepções essencializadoras e patologizadoras da travestilidade, da transexualidade e da homossexualidade (ou de outras expressões de gênero), sem, com esta postura, desassistir as pessoas.
II. Construir, no âmbito dos estudos e das intervenções da categoria, a naturalização das identidades de gênero.
III Contribuir para a afirmação dos direitos de pessoas LGBT no âmbito das políticas públicas existentes, não só nas políticas de reconhecimento específicas, mas em todas elas.
IV Ouvir, conhecer, informar e trabalhar com as pessoas trans, evitando uma perspectiva de vitimização, de reificação e/ou de exotização dessas pessoas.
V. Definir a participação em todos os espaços de controle e participação social, para a cobrança de políticas públicas e direitos por todos/as os/as usuários/as, inclusive pelas pessoas trans.
A alternativa que contém todas as afirmativas corretas é:
I, II e V
I, III e IV
III e V
II e III
II, IV e V


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