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Segundo o Guia Prático para Programas de Prevenção de Drogas, uma publicação do Departamento de Saúde Mental do Hospital Albert Einstein, o ponto de partida para elaborar um programa de prevenção é o Diagnóstico que tem a finalidade de “saber qual é a amplitude do problema na escola para poder solucioná-lo [...]. Assim o programa deve ser adaptado em função da realidade e das necessidades de cada escola” (MEYER, 2003, p. 18).
Na linha educativa do citado Guia, na fase inicial do Diagnóstico é importante identificar:
O conjunto de professores que têm o perfil de agentes repressivos ideais, sobretudo aqueles que não têm função ou vínculo afetivo com os alunos e possam definir regras claras de medidas preventivas e protetivas.
O público alvo do programa: incidência e prevalência do uso de drogas, características socioeconômicas e demográficas, identificação dos grupos ou jovens com comportamento de risco.
A necessidade de ensalamento de crianças e adolescentes segundo critérios de valores, atitudes e crenças para que se possa distinguir claramente as turmas em que há usuários de drogas e, assim, o trabalho fluir com mais eficiência.
As condições de apoio dos pais às atividades escolares, justamente porque quando a família participa da rotina escolar já realiza garante um trabalho preventivo eficaz e eficiente em relação às drogas ilícitas.
O quantitativo de transferência de alunos dependentes de álcool e outras drogas com vistas a encaminhá-los às unidades escolares para usuários em processo de recuperação.