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A ausência de saneamento básico é um dos principais fatores de risco para doenças de transmissão hídrica, como cólera e hepatite A. Conforme a OMS (2021), “a universalização do acesso ao saneamento é uma meta estratégica para reduzir desigualdades em saúde”. Com base nesse contexto, escolha a alternativa que melhor reflete a relação entre saneamento e saúde pública:
Sistemas de esgotamento sanitário dispensam tratamento terciário em áreas rurais, desde que a água utilizada seja tratada e clorada.
A instalação de fossas sépticas em áreas sem rede de esgoto elimina a necessidade de fiscalização ambiental, devido à sua eficiência no controle de efluentes.
A coleta seletiva de resíduos sólidos é uma estratégia ambientalmente sustentável, mas não impacta significativamente a saúde pública em áreas urbanas.
A universalização do saneamento depende exclusivamente de políticas públicas municipais, sendo as esferas estadual e federal responsáveis apenas por orientações técnicas.
A falta de saneamento básico contribui para a proliferação de vetores, a contaminação de corpos d’água e o aumento da incidência de doenças diarreicas.


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