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A leishmaniose, doença parasitária causada por protozoários do gênero Leishmania, possui um ciclo epidemiológico intricado, envolvendo vetores flebotomíneos e hospedeiros vertebrados em ecossistemas distintos. Segundo estudos recentes, “o controle da leishmaniose requer integração de manejo vetorial, intervenção ambiental e vigilância integrada, adaptada a características locais” (Teixeira et al., 2023). Com base nesse contexto, analise as alternativas sobre estratégias de manejo integrado:
O controle químico de flebotomíneos, embora eficaz, deve ser complementado por medidas ambientais, como o manejo de resíduos orgânicos e a modificação de habitats, para prevenir a recrudescência.
A utilização de armadilhas luminosas é recomendada exclusivamente para monitoramento de densidade vetorial, sendo ineficaz como ferramenta de controle direto em contextos hiperendêmicos.
A aplicação de inseticidas residuais em áreas periurbanas é suficiente para interromper a transmissão, dispensando o controle de reservatórios e a educação comunitária.
O uso de larvicidas é amplamente indicado no controle de flebotomíneos, uma vez que a fase larval ocorre predominantemente em corpos d’água associados a criadouros naturais.
A vigilância entomológica em áreas de transmissão silvestre é dispensável, uma vez que o ciclo da leishmaniose depende exclusivamente de fatores humanos e periurbanos.