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Durante uma reunião para planejamento das ações de saúde, os profissionais discutiram a crescente demanda por acompanhamento de pacientes com Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), como hipertensão, diabetes, câncer e doenças respiratórias crônicas. Um dos participantes comentou que isso reflete o atual cenário epidemiológico do Brasil.
A esse respeito, é correto afirmar que:
o envelhecimento da população e as predisposições genéticas são os principais fatores responsáveis pelo aumento das DCNTs no Brasil;
a transição demográfica no Brasil é caracterizada pelo crescimento populacional e pelo aumento das taxas de natalidade e fecundidade e da mortalidade infantil;
a transição epidemiológica no Brasil é influenciada, entre outros fatores, pela redução das causas de morte por doenças infecciosas e parasitárias e materno-infantis e pelo envelhecimento da população;
mesmo com o crescimento das DCNTs, o Brasil ainda vive uma fase inicial da transição epidemiológica, com predominância de doenças infecciosas e parasitárias em todas as faixas etárias;
atualmente as doenças crônicas não transmissíveis, embora persistentes, apresentam forte tendência de declínio, graças ao avanço da tecnologia, da medicina preventiva e das ações de promoção de saúde.