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Em um município do interior, uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de área rural identifica aumento de casos de diarreia aguda em crianças menores de 5 anos, principalmente em famílias que vivem próximas a um rio que historicamente abastece a região. Ao investigar, constata que essas famílias não possuem acesso a saneamento básico adequado e utilizam a água do rio para consumo e higiene, sem tratamento prévio. Amostras de água coletadas em pontos de uso comum revelam a presença de coliformes fecais em níveis elevados.
Diante desse quadro, a ação de vigilância ambiental mais imediata a ser tomada seria
organizar, em caráter emergencial, a coleta de exames parasitológicos de fezes e avaliar a necessidade de tratamento antiparasitário coletivo na comunidade.
registrar os casos de diarreia no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) e articular investigação para subsidiar a definição de medidas adicionais de controle.
intensificar ações educativas sobre higiene das mãos, preparo seguro de alimentos e cuidados básicos de higiene doméstica.
orientar a fervura da água utilizada para beber e cozinhar por, pelo menos, 5 a 10 minutos, como medida provisória até que soluções de saneamento sejam implementadas.
implementar a cloração de emergência nos pontos de coleta de água do rio.