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Em um cenário de surto hospitalar por Candida auris, um fungo emergente multirresistente, a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) deve instituir protocolos rígidos que equilibrem a segurança biológica com a política de humanização. Considerando as notas técnicas da ANVISA sobre este patógeno, assinale a alternativa CORRETA.
O paciente deve permanecer, preferencialmente, em quarto privativo com precauções de contato, exigindo uso de luvas e avental e desinfecção ambiental com produtos à base de cloro ou peróxido, pois saneantes comuns podem ser ineficazes.
O uso de álcool 70% é o método de escolha exclusivo e suficiente para a desinfecção de superfícies e mãos, garantindo a eliminação completa dos esporos fúngicos sem necessidade de outros saneantes.
O isolamento deve ser respiratório com uso de máscara N95 para todos os profissionais, pois a transmissão do fungo ocorre primordialmente por aerossóis gerados durante a tosse.
A visita de familiares deve ser totalmente proibida durante todo o período de internação para evitar a disseminação do fungo para a comunidade, prevalecendo a biossegurança sobre a humanização.