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O sistema de vigilância epidemiológica do SUS depende da detecção precoce de agravos e da comunicação tempestiva para evitar surtos e orientar ações de controle. Em uma comunidade periférica, o ACS identifica dois moradores com febre alta, cefaleia intensa e exantema recente, ambos retornando de viagem a uma região com transmissão ativa de arboviroses. Ao relatar à equipe, surge a necessidade de definir condutas imediatas devido ao risco de disseminação. Considerando as normas de notificação compulsória, qual deve ser a ação prioritária do ACS diante dessa situação?
Registrar o caso como demanda espontânea, sem necessidade de integrar a vigilância epidemiológica.
Notificar apenas se surgirem mais de cinco casos semelhantes na mesma área geográfica.
Comunicar imediatamente a suspeita à equipe da unidade, garantindo registro e notificação oportuna do agravo conforme a lista nacional de notificação compulsória.
Aguardar confirmação laboratorial antes de comunicar a suspeita para evitar notificações desnecessárias.