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A hanseníase permanece como um agravo de importância epidemiológica no Brasil devido à sua transmissão contínua e ao diagnóstico frequentemente tardio. O Agente de Combate às Endemias (ACE), durante visitas domiciliares em área com registro de casos da doença, identifica um morador que relata manchas claras na pele com diminuição de sensibilidade e episódios de formigamento, além de conviver com um familiar que iniciou tratamento recente para hanseníase. Considerando as atribuições do ACE no âmbito da vigilância epidemiológica, da busca ativa de casos suspeitos e da orientação da população, marque apenas uma única alternativa correta que descreve a conduta inicial adequada para esse caso.
Aguardar que o morador desenvolva sinais mais evidentes da doença antes de encaminhá-lo, evitando fluxo desnecessário na unidade.
Orientar o morador a evitar contato com o familiar em tratamento, pois pacientes em acompanhamento representam alto risco de transmissão.
Recomendar tratamento caseiro com pomadas hidratantes enquanto observa a evolução das manchas.
Encaminhar o morador imediatamente à unidade de saúde para avaliação clínica, reforçando sinais suspeitos e a importância do diagnóstico precoce.