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A raiva humana é uma zoonose de letalidade praticamente total, exigindo vigilância constante, identificação imediata de acidentes suspeitos e orientação adequada à população. Durante uma atividade de campo no território, o Agente de Combate às Endemias (ACE) é informado de que um morador foi arranhado por um cão desconhecido que apresentava comportamento agressivo e salivação intensa antes de fugir. Considerando os princípios da vigilância epidemiológica, o controle de zoonoses e as condutas recomendadas em casos suspeitos de exposição ao vírus da raiva, marque apenas uma única alternativa que apresenta a orientação inicial correta.
Aguardar 10 dias para observar se o cão retorna ao local antes de acionar a unidade de saúde, evitando notificações desnecessárias.
Orientar o morador a procurar imediatamente a unidade de saúde para avaliação e indicação de profilaxia pós-exposição, comunicando o caso à equipe.
Recomendar apenas higienização local do ferimento e uso de curativos, sem necessidade de busca imediata por atendimento.
Informar ao morador que apenas mordidas profundas oferecem risco de raiva, não havendo necessidade de avaliação em casos de arranhões.