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Um médico da Estratégia Saúde da Família encaminha um paciente com insuficiência cardíaca de difícil controle para um cardiologista na Atenção Especializada (nível secundário). Para que o princípio da integralidade e a lógica das Redes de Atenção à Saúde sejam respeitados, assinale a alternativa que descreve o procedimento correto de contrarreferência.
O especialista deve assumir integralmente o caso, retendo o prontuário e agendando retornos sucessivos no ambulatório de especialidades indefinidamente, desvinculando o paciente da Unidade Básica de Saúde para evitar condutas conflitantes.
A contrarreferência consiste apenas no retorno do paciente à recepção da Unidade Básica para marcar uma nova consulta, sem a necessidade de envio de relatório médico ou plano de cuidados pelo especialista, preservando o sigilo das informações entre os níveis.
O sistema de regulação deve bloquear o retorno do paciente à Atenção Primária após a primeira consulta com o especialista, pois a complexidade da doença cardíaca torna o médico generalista incapaz de realizar qualquer tipo de acompanhamento subsequente.
O cardiologista deve avaliar o paciente, ajustar a conduta terapêutica e encaminhar as informações clínicas detalhadas de volta ao médico da família, compartilhando o cuidado e orientando que a manutenção do tratamento e o monitoramento contínuo sejam realizados pela Atenção Primária.