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Desde a década de 1960 já se defendia que o cuidado em saúde explicava apenas parte da redução da mortalidade das populações e não justificava completamente, por exemplo, o enorme declínio da mortalidade da tuberculose ao longo de um século (de 1848 a 1954). Esse declínio seria decorrente mais da melhoria das condições de vida do que da introdução dos antibióticos e da imunização, uma vez que esses últimos eventos ocorreram posteriores à redução observada da doença.
A forma como o atual sistema de saúde está configurado foi resultado de um processo de mudanças e transformações ocorridas desde o século passado, tornando possível dividir a saúde pública brasileira em grandes períodos, com significados econômicos e políticos diferentes.
O conceito ampliado de saúde e o reconhecimento da saúde como direito de todos e dever do Estado foram preposições suscitadas pelo movimento da reforma sanitária.
Com relação à Reforma Psiquiátrica, podemos afirmar que:
1. É apenas o desafio de acabar com manicômios e criar outros serviços
2. Diz respeito à mudança de conceitos, à mudança do imaginário social sobre a questão da loucura.
3. É uma experiência de produção de subjetividade, de produção de sentidos e um novo olhar sobre o sujeito.
4. Não depende, necessariamente, da construção de uma Rede Comunitária de Cuidado.
Está(ão) correta(s) apenas:
1 e 4
2 e 3
1, 2 e 4
2, 3 e 4
2
De acordo com dados constantes no Portal da Inovação, à época do fórum foram identificados apenas cerca de 200 grupos no Brasil, desenvolvendo atividades de pesquisa em biotecnologia com interação ou com potencial para interagir com empresas.
O Sistema Único de Saúde (SUS) realiza uma política pública que acaba de completar uma década e meia de existência. Nesses poucos anos, foi construído no Brasil um sólido sistema de saúde que presta bons serviços à população brasileira, e que ao longo de sua história teve muitos avanços e também desafios permanentes a superar.
A partir desse contexto assinale a alternativa correta.
Na perspectiva de superar as dificuldades apontadas, gestores do SUS assumem o compromisso público da construção do Pacto pela Saúde 2006, firmado com base nos princípios constitucionais do SUS e com ênfase nas necessidades de saúde da população, o que implicará o exercício simultâneo de definição de prioridades articuladas e integradas.
As prioridades definidas pelo Pacto pela Saúde são expressas em objetivos e metas em dois componentes: Pacto pela Vida e Pacto de Gestão do SUS.
O Pacto pela Vida não significa uma ação específica no campo da saúde: deverá ser executada visando resultados, porém sem a explicitação dos compromissos orçamentários e financeiros para o alcance desses resultados.
Dentro do Pacto pela Vida dá-se prioridade à saúde do adolescente, à promoção da saúde e atenção básica, e ao combate ao câncer de próstata e de colo de útero.
O Pacto em Defesa do SUS envolve ações concretas e articuladas somente pela instância executiva do governo federal, no sentido de desonerar o SUS como política do Município e de defender os princípios basilares dessa política pública.
No Brasil, uma campanha realizada de 1966 a 1973 foi reconhecida como marco da institucionalização das ações de vigilância no país e fomentou a organização de unidades de vigilância epidemiológica na estrutura das secretarias estaduais. A campanha referida é a de erradicação da
varíola.
dengue.
malaria.
poliomielite.
No ano de 1984, em Toronto, Canadá, surgiu a proposta de Cidades Saudáveis, cujo desenvolvimento tem a seguinte diretriz:
orientação para a formação de recursos humanos pelas propostas do Relatório Flexner;
saúde como qualidade de vida, tendo a intersetorialidade como estratégia principal;
exclusão da participação da comunidade nas discussões das ações sanitárias;
utilização dos hospitais como espaços privilegiados de diagnóstico e tratamento;
mecanicismo: o corpo humano é visto como uma máquina.
A década de 80 deixou como marca no processo da reforma sanitária brasileira:
a criação do Instituto Nacional de Saúde;
a elaboração da Lei Orgânica da Saúde;
o incentivo às políticas de saneamento;
a Constituição Federal e a VIII Conferência Nacional de Saúde;
o controle das endemias urbanas.
A crise da Medicina Científica teve início na década de 70, devido a problemas de:
eficiência, ineficácia e desigualdade na distribuição de seus elementos estruturais;
eficiência, ineficácia e eqüidade na distribuição de seus elementos estruturais;
ineficiência, ineficácia e desigualdade na distribuição de seus elementos estruturais;
ineficiência, eficácia e desigualdade na distribuição de seus elementos estruturais;
ineficiência, ineficácia e eqüidade na distribuição de seus elementos estruturais.
A política de saúde no Brasil, durante a ditadura militar, teve como característica principal:
expansão da saúde pública
ênfase na prática preventiva
diminuição da cobertura previdenciária
criação do complexo médico-industrial
O modelo médico assistencial dominante nos anos 70 caracterizou-se, principalmente, pela oferta de serviços de saúde da seguinte forma:
universal à população brasileira, através da compra de serviços privados por meio do Instituto Nacional da Previdência Socia
prioritário às populações urbanas, através da compra de serviços privados por meio das Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde
prioritário às populações inseridas no mercado de trabalho formal, através da compra de serviços privados por meio do Instituto Nacional de Previdência Social
universal à população brasileira pelo Ministério da Saúde, complementando através da compra de serviços privados para os trabalhadores inseridos no mercado de trabalho formal