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A Política Nacional de Promoção da Saúde, publicada na Portaria nº 2.446, de 11 de novembro de 2014, tem como objetivo “[...] promover a equidade e a melhoria das condições e modos de viver, ampliando a potencialidade da saúde individual e da saúde coletiva, reduzindo vulnerabilidades e riscos à saúde decorrentes dos determinantes sociais, econômicos, políticos, culturais e ambientais” (BRASIL, 2011, p. 6). Sobre a Política Nacional de Promoção da Saúde, é correto afirmar que
a estratégia para o enfrentamento do uso de tabaco e seus derivados deve ser a mudança do estilo de vida.
compete ao Ministério da Saúde promover a alocação de recursos orçamentários e financeiros para implementação da política.
através da articulação de esforços governamentais e não-governamentais alcançar-se-á a promoção do desenvolvimento sustentável.
a legislação retrocede quanto ao desenvolvimento de hábitos pessoais, por reconhecer a importância das ações educativas em saúde.
o investimento de municípios e estados em ações intersetoriais encontra-se circunscrito à discussão de temas ligados à alimentação saudável.
Maria de Fátima é gestora de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) em uma região de grande vulnerabilidade social. Para atingir os objetivos de promoção da saúde, prevenção de doenças e melhoria do bem-estar ela tem estimulado os usuários da unidade a participarem do conselho gestor e ações de saúde. Além disso, estimula a participação social em outros setores importantes para as pessoas que vivem naquele território, como cultura e educação. Assim, Maria de Fátima está contribuindo com os valores da Política Nacional de Promoção da Saúde, que busca:
Estimular a pesquisa, a produção e a difusão de experiências, conhecimentos e evidências que apoiem a tomada de decisão.
Apoiar a formação e a educação permanente em promoção da saúde para ampliar o compromisso e a capacidade crítica e reflexiva dos trabalhadores de saúde.
Identificar as diferenças nas condições e nas oportunidades de vida, buscando alocar recursos e esforços para a redução das desigualdades injustas e evitáveis, por meio do diálogo entre os saberes técnicos e populares.
Adotar como princípios a equidade, a participação social, a autonomia, o empoderamento, a intersetorialidade, a intrassetorialidade, a sustentabilidade, a integralidade e a territorialidade.
Considerar os espaços urbano e rural e identificar oportunidades de operacionalização na lógica da promoção da saúde para ações e atividades desenvolvidas nos distintos locais.
A Política Nacional de Promoção da Saúde do Brasil, prevê temas transversais para a formulação de agendas de promoção da saúde e para a adoção de estratégias em consonância com os princípios e valores do Sistema Único de Saúde. Dentre esses temas destaca-se a Promoção da cultura da paz e dos direitos humanos, que busca:
Promover, articular e mobilizar ações que estimulem a convivência, a solidariedade, o respeito à vida e o fortalecimento de vínculos. Desenvolver tecnologias sociais que favoreçam a mediação de conflitos, o respeito às diversidades e diferenças de gênero, de orientação sexual e identidade de gênero entre gerações, étnico-raciais, culturais, territoriais, de classe social e em relação às pessoas com deficiências e necessidades especiais, garantindo os direitos humanos e as liberdades fundamentais.
Avançar na promoção de ações educativas, legislativas, econômicas, ambientais, culturais e sociais, fundamentadas em informação qualificada e em planejamento integrado, para que garantam o trânsito seguro, a redução de morbimortalidade e a paz no trânsito.
Articular e mobilizar ações para redução do consumo abusivo de álcool e outras drogas, com a corresponsabilização e autonomia da população, incluindo ações educativas, legislativas, econômicas, ambientais, culturais e sociais.
Promover ações, aconselhamento e divulgação de práticas corporais e atividades físicas, incentivando a melhoria das condições dos espaços públicos, considerando a cultura local e incorporando brincadeiras, jogos, danças populares, entre outras práticas.
Mobilizar, sensibilizar e promover capacitações para gestores, trabalhadores da Saúde e de outros setores para o desenvolvimento de ações de educação em promoção da saúde e incluí-las nos espaços de educação permanente.
O principal fundamento conceitual e operacional da promoção da saúde está relacionado
à Atenção Primária à Saúde.
aos determinantes sociais da saúde.
à Estratégia Saúde da Família .
aos programas de ações intersetoriais.
A promoção da saúde consiste em um conjunto de estratégias e formas de produzir saúde, no âmbito individual e coletivo, visando atender as necessidades sociais de saúde e a melhoria da qualidade de vida. Recentemente, em 2016, foi realizada a 9ª Conferência Global de Promoção da Saúde, com o tema a “Promoção da Saúde no Desenvolvimento Sustentável”. Os quatro pilares que necessitam de vigorosa articulação com vistas à garantia da ampliação das ações de Promoção da Saúde são:
“Ações intersetoriais”, “democracia”, “proteção social” e “desenvolvimento sustentável”.
“Cidades saudáveis”, “bom governo”, “alfabetização em saúde” e “mobilização social”.
“Inclusão social”, “empoderamento social”, “proteção ambiental”, e “justiça social”.
“Políticas intrasetoriais”, “cidadania”, “integralidade das práticas” e “direitos humanos”.
Promover a qualidade de vida e reduzir vulnerabilidade e riscos à saúde relacionados aos seus determinantes e condicionantes – modos de viver, condições de trabalho, habitação, ambiente, educação, lazer, cultura, acesso a bens e serviços essenciais”. Este objetivo corresponde ao principal propósito da:
Política Nacional de Humanização da Saúde.
Política Nacional de Atenção Básica, Portaria/GM nº 2.488/2011.
Política Nacional de Promoção da Saúde, Portaria/GM nº 687/2006.
Estratégia Saúde da Família (ESF).
Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa, Portaria/GM nº 2.528/2006.
Leia as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta. Segundo a Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS) do Ministério da Saúde (MS) houve implementação de estratégias para enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) com vários tipos de ações.
I. Ações no campo da alimentação saudável.
II. Incentivo à atividade física.
III. Prevenção do uso do tabaco e álcool.
IV. Prevenção da violência e estímulo à cultura da paz.
Estão corretas as afirmativas:
I, II, III e IV
III e IV
I, II e IV
I, II e III
A promoção da saúde é o desenvolvimento dos recursos de resistência geral de uma pessoa, que Antonovsky (1987) chamou de salutogênese, mudando o foco de atenção das causas da doença para a manutenção e melhoria da saúde. Esse autor atribuiu a resiliência ao sentido da coerência, que tem três componentes centrais. Analise as seguintes assertivas sobre a descrição desses componentes:
I. Capacidade de Investimento: a pessoa deve sentir que a experiência faz sentido, de acordo com suas crenças e valores.
II. Capacidade de Compreensão: o estressor, interno ou externo, deve fazer sentido cognitivo para a pessoa.
III. Capacidade de Gestão: para lidar com estressores, as pessoas devem ser incluídas em exame físico completo anual.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas III.
Apenas I e II.
Apenas II e III.
I, II e III.
A Política Nacional de Promoção da Saúde, aprovada em 2006, fundamenta-se nos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde. O seu conteúdo revisado indica a necessidade de articulação com outras políticas públicas para o seu fortalecimento e destaca a importância dos movimentos populares e da participação social (BRASIL, 2015).
Em relação à Política Nacional de Promoção da Saúde, analise os itens a seguir:
I. A revisão da Política Nacional de Promoção da Saúde foi iniciada em 2013 em função da impossibilidade de o setor Sanitário responder sozinho ao enfrentamento dos determinantes e condicionantes em saúde.
II. Justiça, equidade, participação social, territorialidade, integralidade, ética e intersetorialidade são alguns dos princípios desta política.
III. A Política Nacional de Promoção da Saúde tem como objetivo promover a equidade e a melhoria das condições de vida e dos modos de viver, fortalecendo a saúde individual e coletiva e reduzindo os riscos à saúde que decorrem dos determinantes sociais, culturais, econômicos, políticos e ambientais.
IV. Deve contribuir para práticas sociais e de saúde que respeitem as diferenças de classe social, gênero e identidade de gênero, étnico-raciais, culturais, territoriais e relacionadas às pessoas com necessidades especiais.
São verdadeiras as afirmativas:
I, II, III e IV.
I e II, apenas.
I, III e IV, apenas.
I e IV, apenas.
A promoção da saúde envolve um conjunto de estratégias e formas de produzir saúde, tanto individuais quanto coletivas, com o objetivo de atender às necessidades sociais de saúde e a melhorar a qualidade de vida. A Política Nacional de Promoção da Saúde, revisada em 2014, aponta entre seus temas prioritários:
Promoção da cultura da paz e de direitos humanos; Alimentação adequada e saudável; Enfrentamento ao uso do tabaco e seus derivados.
Enfrentamento do uso abusivo de álcool e outras drogas; Promoção da mobilidade segura e sustentável; Controle das endemias focais.
Práticas corporais e atividades físicas; Redução das desigualdades regionais; Saúde da população indígena.
Enfrentamento da desigualdade de gênero; Promoção das práticas integrativas e complementares; Expansão do programa de imunizações.
A Política Nacional de Promoção da Saúde:
I - Utiliza um conceito ampliado de saúde, visando promover a qualidade de vida, a equidade, e reduzir vulnerabilidade e riscos à saúde relacionados aos seus determinantes e condicionantes – modos de vida, ambiente, educação, condições de trabalho, moradia, lazer, cultura e acesso a bens e serviços essenciais.
II - Busca ampliar a autonomia e a corresponsabilidade da população no cuidado integral à saúde, entendendo como fundamental reduzir as desigualdades, no contexto social mais amplo e das regiões do país, atentando para as questões especificas como gênero, etnias e raças, opção e orientação sexual, entre outras.
III - Aponta para a busca da mudança do atual modelo assistencial médico-hospitalocêntrico, baseado na atenção individualizada e fragmentada.
Apenas I está correta.
Apenas II está correta.
Apenas I, II e III estão corretas.
Apenas III está correta.
Apenas I e III estão corretas.
“Redefine a Política Nacional da Promoção de Saúde”. Marque a opção correta.
a Portaria Nº 2.446, de 21 de setembro de 2014.
a Resolução nº 333, de 4 de novembro de 2003.
o Decreto 4699 de 19 de maio de 2003.
a Lei N. º 9.782, de 26 de Janeiro de 1999.
a Lei N. º 9787, de 10 de fevereiro de 1999.
A política de saúde é frequentemente considerada em um sentido restrito, referindo-se a assuntos de cuidados médicos e à organização dos serviços de atenção à saúde. Entretanto, as políticas de saúde são influenciadas por uma ampla gama de decisões políticas e devem fornecer uma estrutura para ações de promoção à saúde.
São determinantes englobados por essas ações de promoção, exceto:
Determinantes sociais
Determinantes genéticos
Determinantes econômicos
Determinantes ambientais
São princípios da Promoção da Saúde:
Concepção holística, intersetorialidade, modelo médico hegemônico, participação social, integralidade, ações multi-estratégicas;
Enfoque sistêmico, multicausalidade, empoderamento, participação social, eqüidade, ações multi-estratégicas e sustentabilidade;
Concepção holística, intersetorialidade, empoderamento, participação social, eqüidade, ações multi-estratégicas e sustentabilidade;
Concepção holística, intersetorialidade, enfoque sistêmico, participação social, eqüidade, sustentabilidade, universalidade;
Concepção holística, intersetorialidade, multicausalidade, participação social, eqüidade, enfoque sistêmico, gestão taylorista.
Uma das estratégias de implementação da Política Nacional de Promoção a Saúde, o estímulo à criação de Rede Nacional de Experiências Exitosas na adesão e no desenvolvimento da estratégia de municípios saudáveis no (a):
Identificação e apoio a iniciativas referentes às Escolas Promotoras da Saúde com foco em ações de alimentação saudável; práticas corporais/atividades físicas e ambiente livre de tabaco.
Identificação e desenvolvimento de parceria somente com municípios para a divulgação das experiências não exitosas relativas a instituições saudáveis e ambientes saudáveis.
Desestimulo da articulação entre os setores da saúde, meio ambiente, saneamento e planejamento urbano a fim de prevenir e/ou reduzir os danos provocados à saúde e ao meio ambiente.
Desenvolvimento de iniciativas de modificação no mobiliário urbano que não objetivem a garantia de acesso às pessoas portadoras de deficiência e idosas.
Considere as asserções abaixo:
I. São temas prioritários da Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS), tanto a promoção da alimentação adequada e saudável, de práticas corporais e atividades físicas, quanto o enfrentamento do uso do tabaco e do uso abusivo do álcool e outras drogas.
II. Para além da promoção de hábitos saudáveis, a PNPS considera o desenvolvimento sustentável um tema prioritário a ser promovido, mobilizando e articulando ações governamentais e não governamentais, incluindo o setor privado e a sociedade civil.
Sobre essas asserções é correto afirmar:
A primeira é verdadeira e a segunda é falsa.
Ambas são verdadeiras
A primeira é falsa e a segunda é verdadeira.
Ambas são falsas.
Sobre a Política Nacional de Promoção da Saúde, analise as alternativas abaixo e marque a alternativa que possui, um dos seus objetivos:
Implantar as ações de promoção da saúde no Sistema Único de Saúde, com ênfase nas ações de média e alta complexidade.
Criar estratégias para aumentar a resolubilidade do sistema, garantindo qualidade, eficácia, eficiência e segurança das ações de promoção da saúde.
Propiciar a criação de secretarias de meio ambiente para que possam assegurar preservação ambiental.
Propiciar o incentivo da criação de espaços privados de convivência e de ações de prevenção, atendimento e promoção da saúde.
Incentivar a ampliação da intersetorialidade e transversalidade das ações da área de saúde através de convênios apenas entre as instituições privadas.
A Política Nacional de Promoção à Saúde (BRASIL, 2010b) tem entre seus objetivos promover a qualidade de vida e reduzir a vulnerabilidade e os riscos à saúde relacionados aos seus determinantes e condicionantes – modos de viver, condições de trabalho, habitação, ambiente, educação, lazer, cultura, acesso a bens e serviços essenciais. Além disso, visa ampliar a autonomia e a corresponsabilidade de sujeitos e coletividades, inclusive o poder público, no cuidado integral à saúde, e minimizar e/ou extinguir as desigualdades de toda e qualquer ordem (étnica, racial, social, regional, de gênero, de orientação/opção sexual, entre outras). Nesse sentido, o governo federal lançou o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) no Brasil, 2011–2022 que aborda quatro principais doenças, quais sejam: doenças do aparelho circulatório, respiratórias crônicas, diabetes e câncer; e os fatores de risco: tabagismo, consumo nocivo de álcool, inatividade física, alimentação inadequada e obesidade. Os objetivos do plano são: promover o desenvolvimento e a implantação de políticas públicas efetivas, integradas, sustentáveis e baseadas em evidências para a prevenção e o controle das DCNT e seus fatores de risco; e fortalecer os serviços de saúde voltados para a atenção aos portadores de doenças crônicas. Entre as metas nacionais propostas estão, exceto:
aumentar a cobertura de mamografia em mulheres entre 50 e 69 anos.
ampliar a cobertura de exame citopatológico em mulheres de 25 a 64 anos.
tratar 100% das mulheres com diagnóstico de lesões precursoras de câncer.
início precoce do exame ao se completar 12 anos.