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De acordo com as atuais recomendações do Programa Nacional de Imunização, a imunização contra a febre amarela é preconizada ainda na infância da seguinte forma:
Dose única aos 9 meses de vida e reforço aos 4 anos.
Dose única aos 10 anos de vida
Dose única aos 9 anos de vida e reforço a cada 10 anos.
Dose única aos 4 anos de vida.
A Vacina Tetravalente (DTO+Hib) é utilizada para:
Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas por Haemophilus influenza tipo b.
Poliomielite, sarampo, rubéola e caxumba.
Poliomielite, sarampo, rubéola e febre amarela.
Poliomielite, rubéola, caxumba e febre amarela.
Sarampo, rubéola, caxumba e Febre amarela.
Recém-nascidos devem receber a primeira dose da vacina Hepatite B nas primeiras 24 horas de vida, preferencialmente nas primeiras 12 horas, ainda na maternidade ou na primeira visita ao serviço de saúde, até 30 dias de vida. Sobre esta vacina, é CORRETO afirmar que:
A vacina hepatite B (recombinante) não pode ser administrada simultaneamente com outras vacinas.
O esquema de administração corresponde, de maneira geral, a duas doses.
A vacina deve ser administrada por via intradérmica.
Após completar o esquema, é necessário administrar um reforço aos 5 anos de idade.
Em caso de esquema vacinal incompleto, o mesmo não deve ser reiniciado, apenas deve ser completado de acordo com a situação encontrada.
Em um posto de saúde em uma área endêmica de febre amarela, você atende uma escolar de oito anos devido a tosse e coriza não associados a febre. O cartão de imunizações da menor está atualizado até os 15 meses de acordo com o Programa Nacional de Imunizações. Desde então, nenhuma vacina foi aplicada. Para que se atualize o cartão vacinal, a conduta a ser tomada neste momento será:
aplicar as vacinas dupla do tipo adulto e tríplice viral.
aplicar as vacinas contra a febre amarela e tríplice bacteriana.
aplicar as vacinas contra a febre amarela, dupla do tipo infantil e tríplice viral.
aplicar a vacina tríplice bacteriana e reagendar consulta para aplicação da tríplice viral em 15 dias.
não aplicar nenhuma vacina e reagendar consulta para atualização vacinal em 15 dias.
Conforme o novo calendário anual de vacinação de 2016, quais vacinas deverá tomar um bebê de 2 meses?
Pentavalente 1ª dose (Tetravalente + Hepatite B 2ª dose), Poliomielite 1ª dose (VIP), Meningo C 1ª dose e Rotavírus 1ª dose.
Pentavalente 1ª dose (Tetravalente + Hepatite B 2ª dose), Poliomielite 1ª dose (VIP), Pneumocócica conjugada 1ª dose e Rotavírus 1ª dose.
Tríplice viral, Poliomielite 1ª dose (VIP), Pneumocócica conjugada 1ª dose e Rotavírus 1ª dose.
Pentavalente 1ª dose (Tetravalente + HPV), Poliomielite 1ª dose (VIP), Pneumocócica conjugada 1ª dose e Rotavírus 1ª dose.
De acordo com a Caderneta de Saúde da Criança - Menina, ao nascer a criança recebe a dose única da vacina BCG, que evita a(s):
Formas graves de tuberculose, principalmente miliar e meníngea.
Hepatite B.
Poliomielite.
Diarreia por rotavírus.
Em relação à vacinação, o Agente Comunitário de Saúde deve orientar os pais e/ou responsáveis pela criança a procurar a Unidade Básica de Saúde em casos de crianças que
apresentam cicatriz da vacina BCG no braço direito, após seis meses da aplicação, e não tenham o registro da aplicação de qualquer uma das vacinas na Caderneta de vacinação.
não tiverem a cicatriz da vacina BCG no braço direito, após seis meses da aplicação, e não tiverem o registro da aplicação de qualquer uma das vacinas na Caderneta de vacinação.
não compareceram no dia agendado para a vacinação e não apresentaram qualquer reação após a aplicação da vacina.
estiverem com esquema vacinal atrasado e não apresentarem qualquer reação após a aplicação da vacina.
Dentre os fatores inerentes ao organismo que recebe a vacina e que podem interferir no processo de imunização podem ser relacionados, EXCETO:
Idade.
Raça.
Tratamento imunodepressor.
Doença de base ou intercorrente.
Dentre as alternativas abaixo, apenas uma não corresponde aos cuidados básicos com refrigeradores e geladeiras na Rede de Frio. Marque-a.
Fazer a leitura da temperatura, diariamente, no início da jornada de trabalho e no final do dia e anotar no formulário de controle diário de temperatura;
manter afixado na porta aviso para que esta não seja aberta fora do horário de retirada e/ou guarda das vacinas;
fazer o degelo a cada 30 dias ou quando a camada de gelo for superior a 0,5cm;
não colocar qualquer elemento na geladeira que dificulte a circulação de ar.
instalá-la em local arejado, distante de fonte de calor, sem incidência de luz solar direta, em ambiente climatizado, bem nivelada e afastada 20cm da parede.
Apesar da possibilidade de ocorrerem efeitos indesejáveis na associação de vacinas, considera-se correta a aplicação de várias vacinas em um mesmo atendimento por ser medida econômica e não comprometer a capacidade imunogênica das vacinas.
Recomenda-se não administrar vacinas de organismos vivos atenuados em mulheres grávidas e em pessoas que tenham imunodeficiência congênita ou adquirida, neoplasias malignas ou que estejam usando imunodepressores.
Consideram-se reações benignas ou esperadas da vacinação a reação febril e a sensação de leve desconforto, não havendo relatos de que vacinas possam provocar seqüelas e óbitos.