Em vigilância epidemiológica, a definição de caso tem a finalidade de uniformizar critérios diagnósticos e realizar a classificação final dos casos. Em geral, esta classificação obedece a critérios que definem os casos como: suspeitos, confirmados, critério clínico-epidemiológico, clínico-laboratorial e descartados (TEIXEIRA; COSTA, 2008).
Sobre o critério clínico-epidemiológico da Raiva, é correto afirmar que
se define com a evidência de pessoa que apresenta exame Reação em Cadeia de Polimerase (PCR) positivo para raiva.
serão assim classificados, os casos que não têm o diagnóstico médico disponível, nem exames laboratoriais específicos.
é confirmado após a pessoa acidentada apresentar quadro clínico de encefalite, com antecedentes ou não de exposição à infecção pelo vírus rábico.
o paciente apresenta quadro neurológico agudo, que apresenta formas de hiperatividade, seguidas de síndrome paralítica com progressão para coma, sem confirmação laboratorial, mas com antecedente de exposição a uma provável fonte de infecção.
o caso será assim classificado por conta de não ter diagnóstico confirmado laboratorialmente por outra patologia e será conduzido conforme Protocolo Recife, uma adaptação de outro país e que o Ministério da Saúde adota em seu Guia de Vigilância à Saúde recentemente divulgado.