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A concentração humana formando as cidades trouxeram benefícios, mas também geraram conflitos e necessidades de ajustes ao longo do tempo buscando minimizar as ações antrópicas e melhorar a qualidade de vida das pessoas. Dentre os diversos conceitos que envolvem os estudos das cidades, é INCORRETO afirmar que:
O urbanismo Culturalista, de Camillo Sitte, propunha a racionalização da estrutura urbana voltadas para a mobilidade com a criação de artérias para acelerar o transporte e o deslocamento. Os setores da cidade seriam especializados com práticas comerciais, financeiras, residenciais acentuando a hierarquia dos espaços urbanos.
O conceito de Cidade-jardim de Ebenezer Howard, defendia uma nova morfologia urbana, o princípio nuclear consistia em um modelo de organização social, econômica e territorial com ambientes de baixa densidade populacional com predominância de áreas verdes e visão comunitária.
O conceito de Cidade Viva de Jan Gehl define a necessidade de um planejamento urbano holístico, sendo a cidade para pessoas, preservando a dimensão humana por meio da promoção da vitalidade, da segurança. Enfatizando a estrutura e a identidade dos lugares, uma cidade convidativa com espaços vivos acolhendo e promovendo a integração social.
O urbanismo Naturalista de Frank Lloyd Wright tinha como princípio fundamental a constatação de que a grande cidade, mesmo que planejada, alienou o indivíduo no artificial e o contato com a natureza poderia alterar, libertando-o.