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A moeda está tão presente nas economias que se torna difícil imaginar o funcionamento de um sistema econômico sem a existência de instrumentos monetários. Segundo Lopes e Rosseti (2011), com relação às funções da moeda e sua importância, assinale a opção INCORRETA.
Ao funcionar como intermediária de trocas, a moeda torna possível maior grau de especialização e de divisão social do trabalho e possibilita sensível redução do tempo empregado em transações.
A utilização da moeda como medida de valor tem como vantagem permitir a construção de sistemas de contabilidade social para cálculo de valores agregados e fluxos macroeconômicos importantes no planejamento e na administração da economia como um todo.
Uma das principais razões que levam à preferência pela utilização da moeda como reserva de valor é a pronta e imediata aceitação da moeda quando há a decisão de convertê-la em outros ativos, sobretudo os não financeiros.
As características mais relevantes da moeda, estudadas desde Adam Smith, são: indestrutibilidade e inalterabilidade, homogeneidade, divisibilidade, transferibilidade, facilidade de manuseio e transporte
Na versão Keynesiana, a moeda passou a ser vista apenas como instrumento de intermediação de trocas que não afetava outras variáveis econômicas, como a taxa de juros e o emprego.