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A literatura sobre finanças públicas costuma justificar a atuação do Estado sobre o domínio econômico em razão da existência das falhas de mercado. Sobre as falhas de mercado, é correto afirmar que:
os bens meritórios, como educação e saúde, são exemplos de bens públicos puros, pois respeitam os princípios da não-exclusão e não-rivalidade;
a assimetria de informação é uma situação normal de muitos mercados e a intervenção do Estado tende a causar mais ineficiência;
na existência de externalidades positivas a intervenção estatal não é necessária;
na existência de monopólios naturais o Estado deve assumir a atividade em razão dos ganhos de escala associados a produção;
na presença de externalidades negativas, os custos marginais sociais não correspondem aos benefícios marginais sociais.