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Admita um país cujo Banco Central maneje a política monetária de acordo com uma regra de Taylor, expressa pela seguinte equação:
it = r* + πt + 0,5(πt - π*) + 0,5 (100Y∗Yt−Y ∗)
em que i é a taxa básica de juros de curto prazo; r*, a taxa de juros real neutra; π, a taxa de inflação observada; π*, a meta de inflação; Y, o PIB observado; Y*, o PIB potencial de pleno-emprego; e t, o período temporal considerado. Admita, ainda, que em determinado período t a economia desse país apresente os seguintes indicadores:
i) Taxa de juros real neutra: 4% a.a.
ii) Taxa de inflação observada: 9% a.a.
iii) Meta de inflação anual: 4% a.a.
Na hipótese de que a economia esteja operando com hiato do produto igual a zero no período t, caso o Banco Central maneje a política monetária estritamente de acordo com a regra de Taylor, expressa pela equação acima, a taxa de juros real de curto prazo observada deverá ser de
-5,00% a.a., com viés expansionista
5,00% a.a., com viés contracionista
-6,50% a.a., com viés expansionista
6,50% a.a., com viés contracionista
15,50% a.a., com viés contracionista