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Durante os dois primeiros mandatos de Luiz Inácio Lula da Silva (2003–2010), a política econômica foi marcada por certo pragmatismo e pela manutenção do chamado “tripé macroeconômico”.
A respeito desse período, considera-se coerente a seguinte afirmação:
O aumento do superávit primário foi acompanhado por redução expressiva da carga tributária e do gasto social.
A política fiscal do governo Lula seguiu os princípios da chamada “Nova Matriz Econômica”, com forte expansão do gasto corrente financiado por endividamento.
Durante o período Lula (2003-2010), o governo manteve o tripé macroeconômico: metas de inflação, superávit primário e câmbio flutuante. Apesar de um discurso crítico à ortodoxia, a prática econômica foi bastante pragmática, especialmente nos primeiros anos.
O governo Lula abandonou o regime de metas de inflação herdado do governo FHC, substituindo-o por uma política monetária expansionista orientada por metas de crescimento.