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Este gráfico, divulgado pelo IBGE, apresenta a evolução da taxa de desocupação no Brasil no período de 2022 a 2025, evidenciando uma trajetória predominantemente decrescente ao longo do intervalo analisado.

Observando o citado gráfico é correto afirmar que:
A redução persistente da taxa de desocupação pode gerar pressões inflacionárias, caso o aumento da demanda agregada não seja acompanhado por expansão equivalente da oferta.
A queda da taxa de desocupação implica, necessariamente, redução do nível geral de preços no curto prazo.
A trajetória descendente do desemprego indica, de forma inequívoca, a contração do Produto Interno Bruto real.
A variação da taxa de desocupação decorre exclusivamente do comportamento do PIB, inexistindo influência de fatores monetários ou estruturais.
A diminuição da taxa de desocupação produz elevação automática do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), independentemente do comportamento da renda per capita.