

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Leia o texto a seguir.
PIB: consumo das famílias avança 3,1% em 2023
O consumo das famílias no Brasil avançou 3,1% em 2023 em relação ao ano anterior, segundo os dados do PIB divulgados nesta sexta-feira, 1, pelo IBGE.
Disponível em <https://veja.abril.com.br/economia/pib-consumo-das-familias-avanca-31-em-2023>. Acesso em: 07 abr. 2024.
A alternativa que corresponde aos determinantes da demanda das famílias é:
renda das famílias mais propensão marginal a consumir.
renda das famílias.
renda disponível mais propensão marginal a consumir.
renda disponível mais propensão marginal a poupar.
renda disponível.
Se a função consumo for inferior à linha de 45º no plano oferta e demanda agregadas, a propensão marginal a poupar será maior do que zero e, portanto, haverá poupança agregada.
Certo
Errado
Analise as afirmativas a seguir sobre a Macroeconomia e seus conceitos.
I. A Macroeconomia existe em função do consumo agregado, que evidencia a relação entre o consumo agregado e a renda agregada.
II. A variação do consumo provocada por uma variação na renda denomina-se propensão marginal a consumir.
III. A variação do consumo provocada por uma variação na renda denomina-se consumo incremental.
Marque a opção que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA(S).
I.
II.
III.
I – II.
I – II – III.
Considerando o modelo keynesiano simples, se uma família consome R$ 10.000,00 quando o seu nível de renda disponível é de R$ 11.000,00; e R$ 10.500,00 quando este nível é de R$ 12.000,00, sua propensão marginal a consumir é:
0,75
0,50
0,80
0,85
0,90
Para a teoria keynesiana, o principal fator explicativo do consumo agregado das famílias em uma economia de mercado é o(a)
crédito
taxa de juros real
riqueza acumulada
faixa etária predominante na população
renda agregada disponível
Uma função de consumo é dada pela seguinte relação:
C = c0 + c1Yd
onde
c0 é o consumo com renda igual a zero
c1 é a propensão marginal a consumir
Yd é a renda disponível
Sobre essa função, tem-se que, se
c1 é negativo, um aumento da renda leva a um aumento do consumo.
a função consumo for uma função linear, sua representação gráfica será uma reta com declividade igual a 1 − c1.
c1 é menor que a unidade, um aumento da renda leva a um crescimento do consumo, mas também da poupança.
c1 for igual à unidade, a representação gráfica da função é uma reta perpendicular ao eixo da renda.
c0 for menor que a unidade, isso implica despoupança.

Quando o emprego aumenta, aumenta, também, a renda real agregada. A psicologia da comunidade é tal que, quando a renda real agregada aumenta, o consumo agregado também aumenta, porém não tanto quanto a renda.
O texto acima refere-se
Um consumidor típico, fazendo escolhas com vistas a maximizar sua utilidade, vai sempre se ver diante do problema de escolher quanto consumir hoje e quanto consumir no futuro (amanhã). Ele sabe que, quanto maior o consumo hoje (t), menor o estoque de riqueza carregado para amanhã (t+1) e, portanto, menor seu consumo amanhã. Assim, o acréscimo no valor da sua utilidade em t (Vt) decorrente da postergação parcial do consumo será igual ao:
acréscimo no valor do retorno bruto multiplicado pelo valor da utilidade em t trazido a valor presente por um determinado fator subjetivo de desconto.
acréscimo no valor do retorno bruto multiplicado pelo valor da utilidade em t + 1 trazido a valor presente por um determinado fator subjetivo de desconto.
acréscimo no valor esperado do retorno bruto multiplicado pelo valor da utilidade em t + 1 trazido a valor presente por um determinado fator subjetivo de desconto.
valor da riqueza acumulada em t trazido a valor presente por um determinado fator subjetivo de desconto.
valor da riqueza acumulada em t trazido a valor presente por um determinado fator objetivo de desconto.
Em relação à Teoria Keynesiana de determinação da renda, assinale a alternativa CORRETA.
A Teoria Keynesiana de determinação da renda consiste em uma análise de longo prazo.
Segundo o Princípio da Demanda Efetiva, o produto agregado de uma economia é determinado pela disponibilidade de fatores de produção dessa economia.
A Propensão Marginal a Consumir mede a variação do consumo, dada uma variação no nível de renda.
A Teoria Keynesiana propõe uma atuação mínima do Estado sobre a economia.
A função consumo é linear e crescente em relação à renda da economia. Se o consumo autônomo for maior que zero,
a propensão média a consumir é uma função crescente da renda.
o nível de renda de equilíbrio independe do valor do consumo autônomo.
o aumento da propensão marginal a consumir, tudo o mais constante, diminui a renda de equilíbrio da economia.
a propensão média a poupar é sempre maior que a propensão marginal a poupar.
a propensão média a poupar é sempre menor que a propensão marginal a poupar.
Considerando que o investimento autônomo permaneça fixo em 100 unidades monetárias, mas que a propensão a consumir seja alterada para 0,7, é correto afirmar que, nessa situação hipotética, o novo produto de equilíbrio será igual a 950 unidades monetárias.
Para representar a função consumo de Keynes, a propensão marginal a consumir deve ficar entre zero e um e, consequentemente, a taxa de juros exercerá papel fundamental para encontrar a propensão média a consumir.
Uma economia fechada é descrita pelas seguintes equações: C = C0 + 0,85YD; I = 300; G = 500; T = 150, em que C é a função consumo; C0 = 400 é o consumo autônomo; o coeficiente 0,85 representa a propensão marginal ao consumo; YD é a renda disponível; I é o investimento autônomo; G são os gastos autônomos do governo; e T é a tributação. Com base nessas informações, assinale a opção correta.
O produto de equilíbrio dessa economia é igual a 7.150 unidades monetárias.
Uma expansão dos gastos do governo em uma unidade monetária trará como efeito a expansão do produto em magnitude inferior a uma unidade monetária, o que demonstra a ineficiência dos gastos do governo.
O multiplicador dos gastos autônomos é igual ao multiplicador da tributação, de modo que, se o governo efetuar uma política de expansão dos gastos financiados por aumento na tributação, o efeito final sobre o produto de equilíbrio será nulo.
Se o produto potencial dessa economia for de 9 mil unidades monetárias, então a economia estará operando acima do produto potencial.
O multiplicador dos gastos do governo é inferior a 1, sendo, portanto, inelástico em relação ao produto.
No sistema de contas nacionais para uma economia fechada com governo, a destinação da renda das unidades familiares restringe-se ao consumo e à poupança.
A redução das taxas de juros no Brasil, observada recentemente, eleva a propensão marginal a consumir e contribui para aumentar os gastos de consumo da economia brasileira.
Considere C = f (Yd) sendo C despesa de consumo e Yd renda disponível. Se as despesas de consumo forem realizadas um período antes do recebimento da renda disponível, ocorrerá a seguinte situação:
não há variação no nível de renda, se houver uma modificação de um período no investimento;
há uma variação relativamente pequena no nível de renda, se houver uma variação de um período de investimento;
há uma variação relativamente pequena no nível de renda, se houver uma variação permanente no investimento;
não há variação no nível de renda, se houver uma variação permanente no investimento;
há uma variação relativamente grande no nível de renda, se houver uma variação do período no investimento.